Máquina de Talentos: como construir a sua? – Parte 1

Não há clientes mais importantes que seus colaboradores. Do recrutamento à remuneração, entenda como criar processos para escalar os talentos do seu negócio.
Você tem uma demanda de habilidade na sua empresa. Você abre a vaga, chovem candidatos qualificados, você seleciona um, ele começa a trabalhar e supera todas as suas expectativas.
E então você acorda, porque convenhamos, seria um sonho se fosse tão simples.
O mercado está aquecido e a concorrência não perdoa — há muita oferta de trabalho e é preciso competir com empresas grandes e pequenas, brasileiras e internacionais, pelos melhores talentos. O processo de encontrar, contratar e desenvolver um colaborador hoje se parece mais a um processo de vendas. Só que, em vez de um produto, vendemos um sonho; em vez de investirem dinheiro, eles investem o que eles têm de mais precioso: tempo.
Aqui na Direct.One, conseguimos um excelente ganho de escala ao criar nossa Máquina de Clientes, mas percebemos que perderíamos em potência se não tivéssemos estruturas equivalentes para construir times capazes de acompanhar esse crescimento.
Quando começamos a ver que muitas das barreiras criadas pela própria equipe eram relacionadas à falta de gente, passamos a nos aprofundar no novo cenário de talentos, estudando formas de solucionar esse desafio.
Foi quando começamos a desenvolver, nos mesmos moldes da Máquina de Clientes, nossa Máquina de Pessoas. E a metodologia Scale-X se encaixou como uma luva no nosso propósito de fazer nossos times crescerem, em todos os sentidos. Afinal, não há cliente mais importante que seu colaborador.
Mais uma ampulheta
Na Máquina de Clientes, vimos que não basta trazer os clientes certos. É preciso mantê-los, ajudá-los a crescer, e investir em todo o trabalho de pós-vendas e Customer Success com a mesma intensidade, em um processo de ampulheta — aquela que substitui o funil e dá igual atenção ao Landing e ao Expanding.
Pois o caminho de construção de um time também é uma venda: você vende seu sonho, engaja candidatos para que doem seu tempo e esforço e, uma vez selecionados, trabalha em retenção e treinamento para que eles evoluam com a empresa.
Nesse caso, o Landing consiste em recrutamento e seleção, enquanto o Expanding foca em engajamento e desenvolvimento.

Da mesma forma que a primeira ampulheta introduzida, a Máquina de Pessoas também é composta por 6 etapas:
Awareness (Reconhecimento): É onde ocorre a divulgação das vagas, o esforço de employer branding, e onde prospects ganham ciência do que a empresa pode oferecer a eles, sendo convencidos a se tornarem candidatos.
Education (Educação): Eles passam a entender melhor o que a companhia faz e a acreditar na missão, avançando na triagem até serem confirmados como candidatos qualificados.
Selection (Seleção): Aumenta a vontade de trabalhar para a empresa — candidatos qualificados torcem para serem escolhidos e passam por avaliações adicionais até serem finalmente selecionados.
Onboarding: Esse é o momento de alinhar as expectativas, ambientá-lo ao modo de trabalho e colocá-lo em sintonia com o resto do time.
Ramp-up (Adaptação): Sabe-se que o potencial do colaborador é alto, mas é chegada a hora de vê-lo em ação. Após aproximadamente 3 meses de experiência, é possível definir se a escolha foi acertada ou não.
Growth (Crescimento): Temos o colaborador que aqui chamamos de #OWNER: integrado, com cabeça de dono e preparado para crescer enquanto agrega ainda mais valor à empresa. É preciso investir em seu desenvolvimento pessoal e profissional para aumentar seu #TLTV — Talent Lifetime Value.
E novamente, no esquema, somos guiados pelo pensamento do cliente — ou melhor, talento. Para definir o perfil ideal que ele deve ter, ou seu Ideal Talent Profile (ITP), o processo também não é muito diferente da construção do seu Ideal Customer Profile.
O Perfil do Talento Ideal é o que vai conduzir decisões sobre o que fazer em cada uma das 6 etapas listadas. Ele deve agregar uma série de valores, comportamentos, habilidades, backgrounds e outros critérios desejados para cada tipo de vaga.
As soft skills que compõem o ITP são as mesmas para toda empresa, o que muda são as hard skills exigidas por cada vaga.
Para desenhar esse perfil, primeiro é preciso analisar sua própria cultura, os padrões encontrados entre seus colaboradores de maior performance, e separá-los por área e nível de senioridade.
Fazendo uma comparação, portanto, uma contratação de líderes mais sênior é equivalente a uma venda para clientes Enterprise, enquanto coordenadores podem ser equivalentes a clientes middle market, e analistas e outros cargos mais juniores a pequenas e médias empresas. Essas camadas podem ser cruzadas com padrões de habilidades mais técnicas ou comerciais e, dessa forma, você tem perfis distintos de colaboradores para os quais o processo pode ser customizado, cada um com um playbook diferente.
Gostou? Na próxima semana continuaremos com as dicas de como turbinar sua máquina de talentos.

Fonte: https://endeavor.org.br/

Como sobreviver aos gastos extras de janeiro

O professor de Economia e Empreendedorismo, Paulo Ferreira, dá dicas de como encarar os três primeiros meses turbulentos do ano.

Após a empolgação com as festas é chegada a hora de planejar o pagamento das conhecidas e temidas contas de início de ano. A lista dos famosos gastos como IPVA, IPTU, materiais e uniformes escolares, será estendida com o acréscimo de prováveis aumentos nas contas de água, energia e combustível.O professor de Economia e Empreendedorismo, Paulo Ferreira, dá dicas de como encarar os três primeiros meses turbulentos do ano.
“As pessoas deveriam ter se preparado para os gastos de início de ano em novembro do ano passado, quando receberam a primeira parcela do 13° salário, porém sabemos que a maioria das pessoas não faz esse tipo de planejamento, e agora não enxerga uma luz no final do túnel”, explica o professor.
Segundo Ferreira, a melhor maneira de encarar a situação é reunir a família e fazer um planejamento de despesas, retirando do orçamento qualquer gasto que não seja fixo e os supérfluos. “Gastos com restaurantes, idas ao shopping, cafezinhos na rua, compra de vestuário, tudo isso deve ser deixado de lado nesse momento; a prioridade deve ser pagar as contas fundamentais”.
O parcelamento de dívidas, o diálogo com os credores e a pesquisa de preços são fundamentais para se obter um bom resultado. Para Paulo Ferreira as despesas que não devem ser, nunca, parceladas são a fatura do famoso cartão de crédito… e utilizar o cheque especial – nem pensar! “São os dois `nuncas´ que utilizamos na economia,” afirma.
As palavras de ordem para quem quer sair do sufoco são planejamento (de contas), renegociação (de dívidas), pesquisa (de preços) e contenção (de gastos). “É necessário que, passado o sufoco, fique a lição para em 2020 guardar o 13° salário e fazer um planejamento para as contas de janeiro, para não passar pela mesma situação novamente,” finaliza o professor.

Fonte: https://administradores.com.br

Como gerir seu orçamento quando você está quebrado

É preciso compromisso e tempo, mas você pode aprender a administrar seu dinheiro mesmo quando não há muito dele. Siga estas etapas para gerir um orçamento se você estiver falido.
Aqui está o que você precisa fazer para voltar aos trilhos:
Primeiro: avalie sua situação financeira
Se você tem mais dinheiro saindo do que entrando, aqui está o que seu plano financeiro resume: gastar menos e / ou ganhar mais. Para descobrir como fazer isso, primeiro faça uma avaliação de suas receitas e despesas. Isso ajudará você a desenvolver um orçamento razoável e realista.
CATEGORIZE SUAS DESPESAS
Divida suas despesas nos últimos meses. Categorize e separe-os em necessidades e desejos. A separação ajudará você a priorizar suas finanças. Para ter uma ideia clara de suas necessidades e desejos, considere a criação de uma hierarquia de gastos. Organize suas dívidas também.
IDENTIFIQUE SUAS ÁREAS DE GASTO DE PROBLEMAS
Tome nota dos seus hábitos de consumo. Existem lojas específicas que você freqüenta? Você tem um hábito de café que pode ser cortado? Muitas vezes, há “vazamentos” em um orçamento que pode ser conectado. O primeiro passo é descobrir onde eles estão. Identifique essas categorias e mantenha-as em mente depois de iniciar seu orçamento.
Cortar seus gastos
Encontre maneiras de reduzir suas despesas. O primeiro lugar para começar é a categoria “quer”.
É importante permitir-se um pouco de espaço respiratório para se divertir no seu orçamento. Se você não o fizer, corre o risco de acabar com isso – e isso pode fazer com que você queira desistir completamente. Mas lembre-se: a chave para administrar seu dinheiro quando você está falido é reduzir o seu estilo de vida. Se você não puder pagar suas contas, dê uma olhada no que pode ser um luxo. Aqui estão alguns exemplos de gastos desnecessários:
Cabo
Um plano de celular com muitos dados
Férias
ECONOMIZE DINHEIRO EM CONTAS
Uma vez que os desejos estão fora do caminho, dê uma olhada em suas necessidades – você pode achar que pode economizar muito, especialmente em suas contas. Confira nosso guia de fatura por conta para economizar dinheiro em suas despesas mensais para algumas ideias.
SEJA FRUGAL
Quando você está lutando para sobreviver, a frugalidade é sua amiga. Tire o máximo proveito do seu dinheiro e das coisas em que você o gasta. Por exemplo, você poderia:
Alongue suas refeições : Procure comprar em mercados mais baratos. Faça pesquisa.
Faça você mesmo : Uma das melhores maneiras de reduzir custos é aprender a fazer as coisas sozinho, em vez de pagar por elas. Por exemplo, você pode economizar dinheiro aprendendo a manutenção preventiva básica do carro , fazendo projetos residenciais e fazendo seus próprios produtos de limpeza e produtos de higiene pessoal .
Economize na habitação : você pode negociar seu aluguel? Você pode se mudar para um lugar mais barato? Como essa é provavelmente uma das suas maiores despesas, essa é uma das melhores maneiras de reduzir seus gastos.
Suas opções irão variar. O objetivo é adotar um estilo de vida frugal e procurar oportunidades para reduzir custos.
Priorize suas metas de dinheiro
Muitas pessoas se perguntam se deveriam priorizar a dívida ou a poupança. A resposta depende da sua situação. Mas a especialista financeira Sarah Place recomenda pelo menos a construção de um fundo de emergência antes de enfrentar a dívida. De acordo com o Bankrate:
“Ela reconhece que é difícil dizer às pessoas para economizar” em um ambiente em que eles estão ganhando uma fração de um por cento de juros sobre suas economias “enquanto são cobradas taxas de empréstimo de mais de 30% em seus cartões de crédito. No entanto, em determinadas circunstâncias econômicas, escolhas difíceis precisam ser feitas “, diz ela.”
Os contratempos são inevitáveis. Se você não estiver preparado para eles, eles podem devastar seu orçamento e suas finanças. Embora possa levar algum tempo para construir um fundo de emergência, ele permitirá que você se atenha ao seu orçamento caso ocorra um revés financeiro.
Nem todos os especialistas concordam sobre qual é o melhor para se concentrar em primeiro, dívida ou poupança.
Enfrente sua dívida
Tudo o que você escolhe para focar, não arriscar suas finanças desvendar ignorando sua dívida. Taxas e juros atrasados ​​podem transformar uma pequena dívida em uma dívida avassaladora. Sua dívida deve ser uma prioridade.
ESCOLHA UM MÉTODO DE REEMBOLSO
Você terá que chegar a um plano de pagamento da dívida. Para fazer isso, primeiro escolha um método:
O método “Dívida Snowball” : Pague suas menores dívidas primeiro. Vendo suas dívidas pagas para baixo irá ajudá-lo a construir o ímpeto para continuar. Melanie Pinola, escritora do Lifehacker, aponta que um estudo recente descobriu que esse método é eficaz.
O método “Avalanche da Dívida” : Pague as dívidas com as taxas de juros mais altas primeiro. Como o blog de finanças Ready for Zero aponta: “os proponentes do Avalanche da Dívida apontam que você pode perder milhares de dólares optando por não atacar primeiro suas contas com juros mais altos”.
REDUZA SUA TAXA DE JUROS DE CARTÃO DE CRÉDITO
Sim é possível. Segundo uma pesquisa nos EUA descobriu-se que 56% dos consumidores que ligaram para empresas de cartão de crédito para solicitar uma taxa de juros mais baixa tiveram resultados positivos. Relatórios de taxa bancária:
“Um telefonema de cinco minutos para o emissor do seu cartão de crédito pode poupar centenas, até milhares, de dólares em juros. Não há incentivo para eles baixarem sua taxa, a menos que você ligue. A roda estridente pega o óleo”, diz Brad. Dakake, um defensor do consumidor com o Massachusetts Public Interest Research Group “.
Vale a pena arriscar. Mas cuidado com os golpes de taxa de juros de cartão de crédito também. Segundo a Federal Trade Commission:
“Caixas de correio de voz em todo o país estão sendo obstruídas com telefonemas pré-gravados de empresas que afirmam ser capazes de negociar taxas de juros significativamente mais baixas com seus emissores de cartão de crédito, se você apenas pagar uma taxa primeiro.”
SOLICITAR EXTENSÕES OU PLANOS DE PAGAMENTO
Vamos dizer que você está atrasado em contas, dívidas ou aluguéis. A Investopedia sugere que você trabalhe com seu provedor, emprestador ou locador:
“Não tenha medo de solicitar extensões de contas ou planos de pagamento. Essas solicitações são geralmente concedidas. Se sua maior preocupação for a expulsão de seu apartamento, fale com seu locador, mas também veja se você pode obter extensões para outras despesas.” liberar dinheiro para manter sua casa “.
Jogar o catch-up pode inviabilizá-lo de seus outros objetivos financeiros. Mas o mais importante é manter seus débitos organizados e elaborar um plano sobre como você vai lidar com cada um deles.
Elabore seu plano
Cada centavo será contabilizado, fazendo com que seu orçamento fique bem apertado. Neste ponto, uma estratégia de orçamento tradicional pode não ser adequada para você. Mas não perca também seu orçamento. Evite os seguintes erros:
Não sendo realista: Crunch os números de forma realista. Defina uma quantia razoável para cada uma das suas despesas. Talvez você planeje comer por R$ 200,00 por mês, tomando algumas medidas extremas. Na realidade, eles provavelmente não vão funcionar. Não se prepare para o fracasso.
Cortar toda a diversão: é importante dar-se algum espaço para respirar. Money in Your 20s explica: “Você pode ter que limitá-lo a cinquenta reais por mês, se o seu orçamento é realmente apertado, mas … este pouco extra de dinheiro pode impedi-lo de se sentir privado, o que pode levar a gastos excessivos.”
A quantidade de espaço para respirar dependerá da sua situação. Mas deve ser suficiente apenas para evitar que você perca seu orçamento. Reserve um valor adequado, mas modesto.
Uma vez que suas despesas e metas estão em vigor, é hora de elaborar o seu plano. JD Roth compartilha seu conselho:
“Comecei listando minhas dívidas na ordem em que eu queria pagá-las … Em seguida, listei minhas fontes de renda esperadas. Finalmente, pensei em um possível plano de ataque.”
Brainstorm seu próprio plano de ataque. Depois de escolher sua estratégia de pagamento da dívida, aloque um valor para cada dívida. Calcule quanto tempo levará para eliminar cada um deles, com o orçamento definido. Quebrar os objetivos em marcos menores os torna mais fáceis de alcançar.
Aproveite as oportunidades
Parte do gerenciamento de dinheiro quando você está falido está aumentando sua renda. Por exemplo, você pode ser capaz de:
Aumentar a produtividade da sua empresa
Verificar uma maneira de anunciar seu negócio
Venda suas tralhas
Encontre um trabalho paralelo
Essas opções não estão disponíveis para todos. Mas, em última análise, é sobre ser engenhoso. Procure oportunidades para ganhar mais e economizar mais dinheiro. Então aproveite essas oportunidades. Às vezes, eles podem parecer mais sacrifícios.
Aqui está um exemplo pessoal: Minha mãe lutou para sobreviver há 20 anos. Ela estava me criando sozinha e trabalhando em tempo integral em uma mercearia. De alguma forma, ela conseguiu economizar R$ 10.000 em poucos anos. Eu perguntei como ela fez isso. Parte disso, ela disse, estava aproveitando cada oportunidade que surgia em seu caminho. Ela trabalhou horas extras. Qualquer inesperado foi economizado. Ela chamou esses “intervalos de sorte”. A maioria das pessoas não veria horas extras como sorte, mas minha mãe estava comprometida com seu objetivo financeiro. Então, ela colocou tudo em termos de atingir esse objetivo e aproveitou tudo o que ajudaria.
Se você está deprimido com a falta de fundos, tenha isso em mente: muitas das melhores histórias de sucesso começam com o fracasso. Venha com um plano. Defina pequenos marcos. Aproveite as oportunidades. No geral, isso ajudará você a assumir o controle. Depois disso, você poderá se surpreender com o que conseguir.

Fonte: https://jornaldoempreendedor.com.br

3 dicas valiosas para sua loja vender muito

As lojas preparam-se para o aumento do fluxo de clientes e, consequentemente, das suas vendas. E, para que esse seja um período prazeroso para quem está nas lojas, sejam clientes ou colaboradores, muitos líderes antecipam ações pontuais para prevenir riscos e contratempos. O checklist é extenso, mas vamos nos atentar a três ações simples que impactam diretamente na produtividade das lojas, mas que são percebidas apenas quando o movimento aumenta.
É natural que depois da correria, lojistas atentos à melhoria contínua dos seus negócios parem e avaliem como foi o período e analisem, além dos indicadores financeiros, os pontos que podem melhorar na operação das lojas. Um olhar mais crítico para processos, pessoas e tecnologias, é capaz de identificar o que de fato contribuiu e o que pode ser melhorado em períodos como o Natal. Portanto, não espere chegar o Natal de 2020 e faça agora mesmo uma autoavaliação, partindo dessas três perguntas:
1. Estoque
O meu estoque está bem organizado? Além de ganhar tempo na operação, manter o estoque em dia faz com que as informações do seu sistema de gestão sejam confiáveis, assim é possível visualizar quantos e quais produtos tem a oferecer aos clientes. Duas coisas acontecem a curto prazo quando melhoramos a organização do estoque: o time de vendas passa a ganhar tempo para fazer o que mais importa, que é vender, e, também, a ser mais assertivo no atendimento, entregando rapidamente o que o cliente solicitou. A equipe de gestão, por sua vez, terá dados confiáveis no sistema para definir estratégias, promover liquidações sem prejuízos, fazer reposições e planejar as compras.

2. Promoções
Como são as promoções da minha loja? No próximo feriado, as pessoas estarão em busca do presente perfeito e serão guiadas também por promoções. É claro, essa não é a melhor estratégia de vendas para o período, mas, caso seja adotada, é fundamental definir as condições mais adequadas com base nos objetivos de markup dos produtos e na disponibilidade do estoque. Vale lembrar que para evitar surpresas na finalização da venda no caixa, os valores dos produtos precisam estar corretos. Use os recursos do seu software de gestão para facilitar o trabalho!
Historicamente, as liquidações acontecem após o Natal e avaliar o desempenho das promoções vai ajudar com o planejamento e a identificação da real necessidade de adotar a famosa “queima de estoque” em janeiro.
3. Tecnologias
As tecnologias da minha loja comportam um aumento expressivo de vendas? Computadores, internet, impressoras, equipamentos e celulares com as soluções mobile são a base para o funcionamento perfeito das lojas. Ultimamente ninguém quer esperar, portanto evite desgastes desnecessários. Convide seu técnico para ir até a loja com antecedência e faça um checklist dos equipamentos, que são indispensáveis para as vendas.
Lembre-se que as vendas nesse período precisam ser muito rápidas. E que a infraestrutura técnica da sua loja tem forte influência para o bom funcionamento dos caixas e fluxo das vendas. O tempo do seu cliente é valioso e ele quer dedicar esse tempo para escolher os melhores produtos que você tem a oferecer. Aproveite!
Dica extra: Para facilitar o embrulho de presentes, escolha padrões de embalagens e deixe tudo organizado para não prejudicar a experiência de compras dos clientes. O ideal é reservar um espaço e um responsável para essa atividade, enquanto a equipe de vendas continua focada e inteiramente à disposição para ajudar os clientes.

Fonte: https://administradores.com.br

5 tendências das franquias para 2020

Abrir uma franquia é a opção de muitos empreendedores que desejam ter um negócio próprio. No Brasil, existem quase 3 mil marcas que oferecem esse modelo de expansão, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). No terceiro trimestre de 2019, o setor faturou R$ 182,6 bilhões, um crescimento de 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos últimos anos, o setor acompanhou as transformações econômicas do Brasil. Surgiram mais marcas de microfranquias (com valor de investimento inicial de até R$ 90 mil) e as redes tradicionais reduziram o aporte inicial, ou passaram a parcelar o valor.
Segmentos também ganharam desdobramentos, como beleza, que passou a contar com redes especializadas em depilação, sobrancelhas, esmalterias, cílios, entre outras, e alimentação, que foi fortemente influenciada pela onda da saudabilidade – que envolve alimentos mais saudáveis.
Para 2020, o presidente da ABF, André Friedheim, acredita que o franchising evoluirá conceitos que foram testados nos últimos anos, como a gestão colaborativa. “Veremos também, cada vez mais, uma descentralização de estruturas franqueadoras. Os franqueados têm participado mais ativamente de programas de treinamento, consultoria de campo, e estão mais integrados aos processos de gestão das redes”, comenta.
Isso também fará com que as franquias consigam se aproximar mais do conceito de multicanalidade, envolvendo todas as pontas do negócio. “Vamos realmente entender que a omnicanalidade é uma realidade e as franquias passam a ser um vetor importante no processo de atendimento ao consumidor final.”
No próximo ano, o setor também lidará com uma nova lei, que foi aprovada recentemente e aguarda pela sanção presidencial. Há ainda a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), prevista para entrar em vigor a partir de 16 de agosto de 2020.
Confira, a seguir, cinco tendências que devem nortear o franchising em 2020:
1. Lojas multicanal (de verdade)
Friedheim explica que as lojas franqueadas poderão cumprir um papel de last mile (cliente compra na internet e a loja mais próxima entrega), com menos custos, bem como o pick up on store, em que o próprio cliente retira na loja. “Já temos softwares que permitem isso e passamos a ver de maneira mais prática no dia a dia.” Além disso, as redes encontraram maneiras de atender ao multicanal dentro da tributação adequada, por meio de práticas similares às câmaras de compensação, usadas pelas instituições financeiras.
Neste ano, algumas inovações já foram feitas nesse sentido. A Calçados Bibi, por exemplo, difundiu para a rede o conceito de “prateleira infinita”, que é a integração entre as lojas físicas e o canal online. Se o cliente está em uma unidade e deseja um produto que não tenha disponível na loja, a consultora de vendas pode efetuar a compra pelo e-commerce. Além disso, o cliente opta se quer retirar o produto na loja ou se prefere que a entrega seja feita em casa. O contrário também acontece – no conceito “Clique & Retire”, o cliente pode comprar online e retirar na loja de sua preferência.
2. Fusões e aquisições
O presidente da ABF também acredita que o movimento de consolidação e fusão de franquias deve se intensificar em 2020. A razão para isso são as melhores condições para negociar com ganho de escala.
No último mês de julho, a holding International Meal Company (IMC), dona das redes Frango Assado e Viena, anunciou a fusão com a MultiQRS, do empresário Carlos Wizard e dos filhos Charles Martins e Lincoln Martins, que detêm os direitos de masterfranquia da Pizza Hut e KFC no país.
Em entrevista a PEGN, Wizard confirmou que as lojas com baixa performance do Viena serão transformadas em KFC ou Pizza Hut, e que esta última marca também passará a ser vista dentro das lojas do Frango Assado, nas estradas brasileiras.

3. Consolidação de Serviços
A tecnologia deve continuar a transformar e desmembrar alguns segmentos. A aposta de Friedheim é em franquias de serviços. “Estamos passando por um processo de profissionalização de serviços, em diversas áreas diferentes, de conserto de carros a saúde, e isso passa muito pelo sistema de franquias.”
Na visão do presidente, o setor de saúde continuará em alta, com o desenvolvimento dos nichos de estética, ginástica e clínicas gerais e odontológicas. Recentemente, a Odontoclinic anunciou o lançamento da rede com status de startup Elevel, focada em atendimento às classes A e B, e com amplo apoio em tecnologia.
4. Alimentação deve intensificar atuação em saudabilidade, comida do futuro e delivery
O segmento mais representativo do franchising brasileiro também tem passado por transformações que devem se intensificar em 2020, na visão do presidente da ABF. Delivery, dark restaurants, saudabilidade e comidas à base de plantas devem continuar a revolucionar o setor.
Dark Restaurants são as empresas de alimentação que apostam totalmente em delivery, sem atendimento presencial ao consumidor. Uma das marcas que já nasceu com esse conceito foi a capixaba N1 Chicken, de frangos fritos, criada em 2017. A franquia já tem mais de 80 unidades nesse modelo.
O Spoleto investiu R$ 300 mil para o desenvolvimento de uma almôndega à base de plantas, que já pode ser encontrada em todas as lojas da rede. A expectativa é vender 150 mil pratos nos próximos dois meses.

5. Inteligência artificial
Tecnologia está presente em todos os tópicos deste texto, mas também deverá ser o alicerce transformador do sistema como um todo, na visão de Friedheim. “Vamos passar por um embarque de tecnologia nas redes, nos mais diversos espectros. Inteligência artificial, machine learning, trabalho de dados. Vamos ver bastante, em todas as redes – cada uma dentro de sua especialidade.”
O Grupo CRM, por exemplo, que controla as operações da Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau, usa inteligência artificial para ajudar a tomar decisões corretas de planejamento, produção e abastecimento das lojas. A plataforma adotada é da Tevec.

De acordo com a rede, a tecnologia ajudou a reduzir 50% no volume de estoque e a ruptura não ultrapassa 5%, chegando a atingir apenas 0,2% em alguns meses.

Fonte: https://revistapegn.globo.com/

Como fazer seus planos darem certo em 2020

Pegue um papel e caneta e escreva o que você quer ser ou mudar no próximo ano

Parar de fumar, iniciar uma nova carreira, desenvolver novos hábitos, adotar uma alimentação saudável e ser feliz. Quem nunca fez uma resolução para o ano novo? A cada ciclo da Terra em torno do sol, elaboramos ideias e abstrações sobre o que queremos ou podemos ser e fazer. No entanto, a vontade de mudar não resiste à primeira semana do ano seguinte.
Há um estudo da Universidade de Scranton — embora antigo, seus resultados são empiricamente constatáveis — que indica que 25% das pessoas permanecem comprometidas com os novos planos nos primeiros 30 dias e apenas 8% continuam firmes ao longo do ano. Resoluções e desejos se dissipam rapidamente.
De acordo com uma pesquisa da Strava, rede social e aplicativo para monitoramento de atividades físicas, a maioria dos atletas de fim de ano desiste de seus intentos no dia 12 de janeiro. O levantamento foi feito na própria base de usuários do app, que verifica indicadores de desempenho dos usuários, como tempo e distância percorridos em corridas ou caminhadas.
O que fazer então? Como aproveitar a transição do calendário e operar uma mudança completa de vida?
Primeiro, defina objetivos — não desejos ou resoluções
No mundo da Administração, sabemos que qualquer objetivo deve ser precedido de conquistas menores que levam ao prêmio maior. Toda grande meta precisa ser subdividida em etapas acompanhadas por indicadores de desempenho e — o mais importante — prazos. Na vida pessoal não precisa ser tão diferente.
Criar esses objetivos pode não ser tão simples. Muitas pessoas visualizam grandes transformações para o ano seguinte, mas não entendem o que é necessário para que o sonho se concretize. Por isso, os objetivos devem atender aos seguintes critérios:
Eles devem ser específicos. Para evitar abstrações do tipo “quero ser um grande CEO em 2020”, pense nos aspectos práticos: em qual empresa e setor da economia? Como essa empresa recruta novos talentos? Quais as habilidades de que necessito para entrar nos quadros e pleitear uma chance de crescimento? Tudo isso pode ser feito em um ano?
Eles devem ser mensuráveis. Como saber quando determinada meta é atingida? É muito fácil perder o foco nos primeiros dias quando não se sabe medir. Se o seu objetivo é aproveitar o verão para ganhar massa muscular, as primeiras semanas podem ser frustrantes. Em geral, mudanças no corpo podem demorar pelo menos 2 meses para se manifestar. Se você souber mensurar sua evolução com outros indicadores — como frequência à academia e evolução nos treinos — vai se sentir mais motivado a persistir.
Eles devem exequíveis. De volta ao primeiro exemplo, de que adianta desejar algo grandioso se não existe a remota possibilidade daquilo se concretizar em tão pouco tempo? Um curso universitário leva, ao menos, 4 anos; um MBA, outros 2, além de ter um alto custo financeiro. Se você tem grandes planos, foque no longo prazo; para 2020, estabeleça objetivos que possam ser executados — como passar em uma boa colocação no ENEM e garantir uma vaga na melhor universidade da sua região.
Crie prazos para cada um deles
O tempo é um fator crítico para o sucesso de qualquer projeto. Com as iniciativas pessoais não é diferente. Sem precisar o “quando” da equação, deixando os resultados ao sabor do acaso, é provável que você desista quando perceber que algo parece estar demorando demais para acontecer.
Não deixe os prazos sob responsabilidade da intuição. De preferência, anote e deixe em um local visível, em um cômodo da casa que seja bastante frequentado por você. Ao final de cada prazo, analise novamente os objetivos e veja se é necessário algum ajuste.
Já ouviu falar no ciclo PDCA? Pois é, não é tão diferente.
Quando você perceber que, no prazo aproximado, atingiu uma determinada meta, sentirá a motivação necessária para partir para a próxima. Assim, é provável que você chegue ao final do próximo ano em um estágio mais avançado — em termos de mudança de hábitos e metas de desenvolvimento — do que imaginou.
Coloque seus projetos em prática hoje
O dia 1 de janeiro pode ter algum significado esotérico para algumas pessoas, mas, em geral, é só uma data convencionada no calendário gregoriano. Apesar de representar o início de um novo ciclo, a data não tem efeito prático além de uma dose de motivação. É você quem escolhe a linha de partida: e ela está aí nesse momento, nesse exato local.
Pegue um papel e caneta e escreva o que você quer ser ou mudar em 2020. Estabeleça objetivos, etapas e prazos, como mostramos acima, e comece a trabalhar. Você pode usar uma planilha ou aplicativo, se preferir, mas mantenha o foco nas metas.
Quer ter hábitos mais saudáveis? Matricule-se em uma academia, seja ela convencional, de artes marciais ou de Pilates; elimine alimentos que não fazem bem ao corpo e beba bastante água — compre uma garrafa pessoal, de preferência.
Quer desenvolver uma nova habilidade? Procure cursos online ou presenciais, leia livros e artigos de estudiosos que são referência na sua área, busque informações de qualidade e comece a criar bons laços profissionais. O networking pode levar você a lugares e posições de emprego nunca imaginados.
Quer mudar de carreira? Analise sua situação financeira, veja quais são os investimentos necessários para que você desenvolva uma capacidade que lhe permita entrar em uma nova profissão e analise quanto de sua renda mensal você pode abrir mão ao aceitar um emprego na nova área. O redimensionamento do padrão de vida é crucial.
Seja consistente
Há alguns anos, publicamos algumas observações sobre a entrevista perdida de Bruce Lee, concedida alguns anos antes de sua morte. Um dos pontos destacados diz respeito à consistência dos atos para que a arte — ou ofício — se torne algo tão natural que não exija nenhum grande esforço racional de quem a pratica.
É a repetição que nos faz melhores hoje do que éramos ontem. Não é a capacidade de imaginar diferentes realidades ou de deixar a mente vagar por abstrações, mas a habilidade de, conscientemente, obrigar nosso corpo e mente a aprenderem.

Fonte: https://administradores.com.br